Úmido coração a rolar sem rumo
Sobre rachado barro
Chão d'um açude passado
Quisera ser...
Gotas de orvalho ou chuva
O encarnado líquido que brota...
Do coração
Que acaricia-se por entre cactos e raios de sol e seco ar
E, chora...
Suave
E lentamente como quem sua...
Sangra.
[c.m]

Adorei as imagens,principalmente do uso de palavras que me são tão familiares dentro da fauna particular que minha poesia possui. Adorei seus poemas, estão me acariciando num delicado ponto secreto com espinhos. Abraços. Wilson
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